domingo, 17 de fevereiro de 2008

"casamento-pipoca"


Apesar das más línguas (mal-casados, descasados e congêneres...) insistirem em tratar o casamento como uma instituição falida, casar nunca sairá de moda. Nas telonas dos cinemas, então... casar sempre está em alta!

O casamento é um assunto bastante explorado pela indústria cinematográfica do mundo inteiro. Seja em Holywood ou em Bollywood*, toda temporada, lá está o bendito casamento como tema central de um belo(?) filme de amor (ou horror...). Vira e mexe, entra um em cartaz e atrai às salas de exibição milhares de expectadores de todas as idades e com os mais variados perfis.

Talvez seja exatamente esse retorno do público que ainda motive tantos cineastas a investir na temática e a apostar em roteiros, que, por vezes, não passam de meros “clichês”, e, mesmo assim, ainda dão o que falar. Parece que, para sétima arte, casamento é ‘fundamental’.... Sorte nossa (noivas!), que temos mil e um motivos a mais para irmos ao cinema!!!

*Indústria de cinema da Índia, um dos maiores pólos produtores de filmes do mundo. Mais informações sobre o assunto: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_da_Índia


> Como boa “noiva-cinéfila” que sou, separei uma listinha de filmes sobre casamento que, nesse período de preparativos e sensibilidade à flor da pele, podem nos ser inspiradores, calmantes, relaxantes, contagiantes e – por que não?! – irritantes... Rsrsrsrs!

A família da noiva
Afinado no amor
American Pie – O casamento
Aniversário de casamento
A Noiva cadáver
A Noiva perfeita
Antes só do que mal casado
As Bodas
A sogra
Até que o casamento os separe
Augusto Aníbal quer casar
Casamento à italiana
Casamento arranjado
Casamento grego
Casamento indiano
Casamento ou luxo?
Casos e casamentos
Cerimônia de casamento
Cristina quer casar
Depois do casamento
Diário de Princesa 2 – O casamento real
Do Rio a São Paulo para casar
Festa de casamento
Licença para casar
Mamãe quer que eu case
Meu primeiro casamento
Minha filha quer casar
Muito bem acompanhada
Noiva em fuga
Noivo em fuga
Noivo neurótico, noiva nervosa
O banquete de casamento
O casamento
O casamento de Louise
O casamento de Maria Braun
O casamento de Muriel
O casamento de Romeu e Julieta
O casamento de Tuya
O casamento do meu melhor amigo
O casamento dos meus sonhos
O filho da noiva
O pai da noiva
O pai da noiva 2
O padrinho de casamento
Os noivos de mamãe
Penetras bom de bico
Quatro casamentos e um funeral
Quero casar-me contigo
Separados pelo casamento
Sete noivas para sete irmãos
Sua Alteza quer casar
Uma loucura de casamento
Um casamento de alto risco
Um casamento original
Um homem de família
Vestida para casar (em cartaz nos cinemas de Fortaleza!)

domingo, 3 de fevereiro de 2008

o casamento e a rapadura


Depois de passar vários dias admirando "abobalhadamente" a nova aliança dourada na mão direita; planejar a "Grande Festa" ao longo de um ano e, por esse mesmo período, sonhar acordada com o Vestido Branco; se emocionar com o primeiro “tan” (tantantantan...!) da marcha nupcial do casamento da afilhada da filha da vizinha; perder três noites seguidas de sono pensando no granulado do brigadeiro da mesa de doces; folhear centenas de revistas atrás do penteado dos sonhos e "gastar" horas conversando com as amigas sobre as flores do buquê, a lapela do noivo e a cor do tapete da igreja; é comum que muitas mulheres sintam um enorme vazio após a festa de casamento.

Para a maioria, essa sensação de perda é naturalmente preenchida pelas descobertas da nova fase e, rapidamente, suprimida pelos encantos da alteração da rotina e pelas novidades da vida a dois. Entretanto, para algumas, a mudança de estado civil acaba se tornando um problema psiquiátrico. Nesses casos, o casamento, que, a princípio, seria a realização de um sonho, se transforma num grande pesadelo.

Segundo pesquisas realizadas nos Estados Unidos, 10% das recém-casadas americanas são acometidas por uma “tristeza-que-parece-não-ter-fim”, que atende pelo nome de Depressão Pós-Casamento. De acordo com os pesquisadores, o medo do compromisso, as responsabilidades assumidas, a perda da convivência diária com a família e a idealização da “instituição” casamento parecem ser os principais fatores que desencadeiam o estado depressivo.

Assumir de uma hora pra outra (e ao mesmo tempo) os até então desconhecidos papéis de esposa, nora, cunhada, dona de casa e mãe em potencial pode ser mais difícil do que se imagina e, no final das contas, acabar se tornando mais simples do que possa parecer.... A solução?! É dar tempo ao tempo e lembrar que:

> “Rapadura é doce, mas não é mole!” (é sempre válido “apelar” pro bom e velho adágio popular!)
> Não existe esposa pré-fabricada (assim como uma mãe nasce com a chegada de um filho, uma esposa nasce com o casamento);
> Antes de aprender a andar de bicicleta sem rodinhas, levamos um sem-número de quedas, gastamos alguns vidros de mertiolate (que, diga-se de passagem, em 1900 e antigamente ardia pra caramba! Rsrs!) e, hoje, estamos aqui, vivas, sem casca de ferida, e prontas pra próxima pedalada (dizem que a gente nunca esquece, não é mesmo?!)!!!!!!

Boa sorte e bom casamento!